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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Preciso de tempo para ler...

Tenho me levantado às cinco hras da manhã. Deixo uma filha no Mackenzie e a outra na Puc. Chego cedo no trbalho e adianto o expediente. Quando volto para casa, por volta das 18 horas, tomo banho, faço um lanche e em seguida vem algo que nunca vinha: o sono. Seria a idade? Sentir sono diariamente é novidade para mim. Razão pela qual não tenho tempo para ler. Como ler com sono?

E agora José (ou Enéias)?

Enéias Teles Borges

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Criacionismo: em seis dias...

Este é um livro que, desde há cerca de 10 anos, estava sendo traduzido e editorado para ser impresso na primeira ocasião em que a SCB dispusesse de recursos suficientes para a sua publicação. Seu autor é o Dr. John F. Ashton, criacionista australiano com quem os Editores mantiveram contato em congresso realizado na Austrália no ano 2000, e que gentilmente concedeu à SCB os direitos autorais para a publicação desse seu livro.

A tradução para o Português deste livro de autoria de John F. Ashton, originalmente publicado na Austrália em Inglês, foi efetuada pela Profa. Ieda C. Tetzke, e a revisão final procedida por uma equipe coordenada pela Sociedade Criacionista Brasileira, contando com a colaboração técnica dos Professores Mestres e Doutores Eduardo Ferreira Lütz, Nahor Neves de Souza Júnior, Queila de Souza Garcia, Tarcísio da Silva Vieira, Urias Echterhoff Takatohi e Wellington dos Santos Silva. A todas essas pessoas a SCB apresenta seus agradecimentos pela preciosa colaboração.

Foram inseridas nesta edição do livro várias ilustrações pertinentes, e sem dúvida ele será de leitura agradável e muito interessante por narrar a experiência pessoal de 50 cientistas que aceitaram a Criação da forma como ela é apresentada na Bíblia.

Por que alguns homens de ciência, muito bem preparados, ainda acreditam na Criação? Por que preferiram não acreditar na evolução darwinista ou mesmo na evolução teísta, na qual uma inteligência todo-poderosa é vista como direcionando os processos evolutivos? Poderiam cientistas acreditar que a vida na Terra tem provavelmente menos de 10.000 anos de idade? Como eles lidariam com as evidências do registro fóssil e as eras sugeridas pela datação radiométrica de rochas que contariam milhões ou bilhões de anos?

Os ensaios apresentados nesse livro levantam questões que são debatidas acaloradamente entre cientistas e educadores, e oferecem uma perspectiva diferente em nossa abordagem para a educação científica. No livro, 50 cientistas explicam suas razões para a escolha dessa perspectiva criacionista. Todos eles têm doutorado obtido em universidades públicas de prestígio na Austrália, EUA, Reino Unido, Canadá, África do Sul ou Alemanha. São professores universitários e pesquisadores, geólogos, zoólogos, biólogos, botânicos, físicos, químicos, matemáticos, pesquisadores biomédicos e engenheiros.

Pela primeira vez todas essas áreas estão sendo cobertas simultaneamente em uma só publicação com os testemunhos pessoais de cientistas criacionistas.
 
 
Enéias Teles Borges

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A MORTE DE JOSÉ SARAMAGO

O mundo perdeu uma mente brilhante, um escritor contundente. Muitos sofrerão outros, nem tanto. Certo é que esse ateu de enorme capacidade intelectual deixará menos tenso o mundo cristão. Autor de livros polêmicos, como Caim, seu último livro, Saramago deixará saudades.

Mais detalhes no Universo Online.

Enéias Teles Borges
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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Leitura: Memória de Minhas Putas Tristes

Leitura: Memória de Minhas Putas Tristes
Enéias Teles Borges


Terminei a leitura, ontem, do agradável livro escrito por Gabriel García Márquez. Leitura fácil e agradabilíssima. Dá para ler de uma sentada. Recomendo aos amigos. Vejam a seguir, uma resenha do livro:

"O que significa a velhice? É um simples fato numérico, contado aos cinqüenta, relembrado aos sessenta e temido aos setenta, ou algo que implica naquilo que somos, em nossas atitudes e perspectivas sobre o mundo?

É esta a indagação que Gabriel Garcia Márquez faz nesta obra que contribuiu para reafirmar seu prêmio Nobel de Literatura.

Um ancião, na véspera de seu aniversário de noventa anos, sente um desejo louco de viver uma noite de amor com uma virgem. Não apenas mais uma das centenas de mulheres promíscuas que passaram por sua vida, mas aquela que exalasse a pureza de nunca ter sido tocada.

Ao narrar sua história, ele mostra como seu velho coração é invadido por aquele sentimento que até então somente tinha ouvido falar, sem conhecer realmente seu significado: o amor.

Uma menina de 14 anos que precisa criar or irmãos e terminar de criar-se, desperta uma chama oculta na vida do nobre jornalista, que passa a transbordar esse sentimento nas suas crônicas, agora apaixonadas, no jornal de domingo.

Uma história que realmente nos faz pensar no quanto inusitada é a vida e no valor que devemos dar a cada segundo, pois ele é único e depois dele pode haver mais um, ou não."

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

O livro Budapeste

O livro Budapeste
Enéias Teles Borges


Semana passada li o livro Budapeste de Chico Buarque. Gostei muito e, portanto, indico ao amigo leitor. A revista Veja fez uma rápida crítica ao livro, que reproduzo parcialmente e ao final indico a fonte.

"Todo escritor mente. Não se trata de desvio moral, mas de exigência profissional: quem escreve falsifica sua identidade, criando uma persona de papel. José Costa, o narrador de Budapeste (Companhia das Letras; 176 páginas; 29,50 reais), vive de explorar ao extremo essa mentira. É um escritor anônimo, pago para produzir artigos de jornal, discursos, cartas de amor e monografias que serão assinados por outros. Com esse personagem, Chico Buarque construiu uma intrigante e por vezes engraçada especulação sobre identidade e autoria. Budapeste chega às livrarias com tiragem inicial de 50.000 exemplares, número respeitável para os padrões brasileiros. É o terceiro romance do compositor e cantor. Estorvo vendeu 165.000 cópias. Benjamin ficou em 60.000. Budapeste ironiza os sucessos de venda, no episódio em que José Costa se torna autor de um involuntário best-seller: O Ginógrafo, livro de memórias assinado pelo alemão Kaspar Krabbe (em tempo: o "ginógrafo" do título é um homem que tem a tara de escrever no corpo das mulheres). Apesar das iniciais kafkianas do personagem, não se repete aqui a atmosfera de pesadelo dos romances anteriores. Em seus melhores momentos, Budapeste é uma peça de humor quase carnavalesco, ainda que travestida com o figurino cinzento do Leste Europeu. A caminho de um congresso de escritores anônimos em Istambul, José Costa faz uma escala forçada na Hungria e fica fascinado pela língua magiar. Ele retorna à capital húngara para aprender o idioma e se torna amante de Kriska, sua professora. A partir daí, a narrativa desenvolve-se num contrastante vaivém entre Rio de Janeiro e Budapeste. "

(Veja Online)
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