quinta-feira, 15 de maio de 2014

Muda Brasil!



Hoje foi péssimo. Ondas e mais ondas. Manifestações pela Capital Paulista. Eu estive na Marginal Tietê fechada. Sofri com o trânsito e quase não cheguei a tempo para uma audiência no Fórum de Santana.

Ainda assim entendo que não devo reclamar das manifestações. Reclamo do Governo. Reclamo de mim mesmo. Da nossa passividade. De nossa falta de objetividade. As manifestações são legítimas, mas são feitas de forma incorreta. Por que não catraca livre nos ônibus, trens e metrôs? Por que não imobilizar as empresas envolvidas com os fraudulentos custos nas construções de estádios e obras públicas? Por que punir a nós mesmos com engarrafamentos e loucura? Que sofram aqueles que nos fazem sofrer.

Há que se acertar o alvo! Mirar corretamente. Cobrar o “Legado da Copa”. Não apenas os estádios. E a Infraestrutura prometida? E a Educação? E a Saúde? Temos que prensar o Governo e votar de forma diferente.

Sempre fui contra votar em branco ou nulo. Creio, porém, que se pelo menos a maioria anulasse o voto poderíamos mostrar que não queremos mais Lixo do que o existente.

Muda Brasil!

Pelo voto não obrigatório ou pela anulação de todos os votos.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

2014: sonho ou pesadelo?



Ano de Copa do Mundo e Ano de Eleições. Prato cheio para a Demagogia. O resultado da Copa influenciará as Eleições. Sim, pode acreditar. Tem que ver com o Brasil. Tem tudo que ver com o brasileiro. Os políticos da situação sabem disso e os da oposição, também. O povo, embalado pelo sonho do Hexa (em caso de conquista) esquecerá, por alguns meses, as mazelas da vida real. Chance de ouro para a Situação Política.

Não nos enganemos: futebol, religião e políticas são parentes próximos no Brasil. Os três vendem sonhos. Os três conspiram contra a realidade. 

domingo, 26 de maio de 2013

Pai descobre a senha do Facebook da filha e morre infartado ao ler as mensagens

Curioso para descobrir se a filha estava estudando e com quem ela se relaciona nas redes sociais, o empresário Arthur de Alves Alvarenga, 48 anos, residente em Cuiabá (MT), contratou um técnico em informática para descobrir a senha do Facebook da adolescente.


Ao acessar o Facebook e ler as conversas da filha o empresário Alvarenga sofreu infarto fulminante e morreu no local, de frente para o computador com o Facebook da adolescente aberto.


Chocada, a esposa de Alvarenga -- e mãe da adolescente -- não quis gravar entrevista, mas afirmou que também leu parte das conversas da filha e está assustada com os papos abordados pela adolescente no Chat do Facebook.


A adolescente se refugiou na casa de uma amiga e disse que não está preparada, psicologicamente, para voltar para casa. A garota disse que está sentindo muito a perda do pai, mas não tem coragem de voltar e encarar a família, uma vez que todos (mãe, irmãos, tios, avós) já sabem o conteúdo das mensagens de suas conversas nas redes sociais.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Faltaria guilhotina se o povo soubesse o que se passa, diz Alckmin

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), fez ontem um discurso em tom de desabafo em que criticou a impunidade no Brasil e afirmou que o "povo não sabe de um décimo do que se passa contra ele" próprio.

"Se não, ia faltar guilhotina para a Bastilha, para cortar a cabeça de tanta gente que explora esse sofrido povo brasileiro", afirmou. 

O tucano fez o discurso no lançamento de um programa estadual que auxilia prefeituras a disponibilizar portais de acesso a informações públicas. Começou dizendo que grandes casos de corrupção foram descobertos por acidente. "O controle é zero."

"O sujeito fica rico, bilionário, com fazenda, indústria, patrimônio e não acontece nada. E o coitado do honesto é execrado. É desolador."

As críticas de Alckmin foram feitas em frente ao chefe do Ministério Público de São Paulo, Márcio Elias Rosa, e do corregedor-geral da Administração do Estado, Gustavo Ungaro, representantes dos dois principais órgãos paulistas de combate à corrupção.

A situação causou constrangimento entre aliados, já que o tucano não dirigiu suas críticas a uma esfera específica de Poder nem isentou o próprio governo dos ataques.

O governador não poupou sequer o programa que estava sendo anunciado. Criticou as fundações do governo que receberam para desenvolver o sistema. "Não deviam cobrar nada, isso é obrigação."

Alckmin acusou também a existência de uma "grande combinação" que impede que dados sejam disponibilizados. "Salários, ninguém põe na internet, porque o sindicato pediu liminar. 'Olha eu gostaria de pôr, mas a Justiça proibiu'", ironizou.

O Legislativo de São Paulo, de maioria alckmista, se enquadra no ataque --não divulga salários por decisão judicial obtida por servidores.

Alckmin criticou ainda a morosidade do Judiciário. "A corrupção, o paraíso é o Judiciário. Todo mundo diz: 'Na hora que for para Justiça vai resolver'. Vai levar 20 anos."

O tucano não atendeu a pedido de entrevista e deixou o evento sem comentar a fala. 

Folha de São Paulo