sábado, 27 de outubro de 2012

Violência em São Paulo - 2012 apavorante

A onda de mortes violentas, em São Paulo, é assustadora. O crime organizado está intimidando o Estado, atacando policiais e a população como um todo. É de dar medo. As noites na Capital e Grande São Paulo têm sido violentíssimas. O número de mortes é quase sempre superior a dez, todo dia. Parece guerra declarada do crime contra o povo.

Sentimos que a situação está escapando ao controle. Até que ponto tudo isso irá? 

Hoje li um depoimento de um policial aposentado que disse algo assim: "Se até nós, que somos da Polícia, estamos com medo, imagine-se a população..."

Enéias Teles Borges

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Enigma: No Acre, marcas deixadas no solo intrigam pesquisadores

Quase todos se lembram daqueles círculos que há algum tempo surgiram em diversas plantações na Inglaterra e de outros países e que muitos até hoje acreditam serem obras feitas por seres extraterrestres. O que pouca gente sabe é que aqui no Brasil nós também temos esses sinais, mas que só agora começam a ser revelados.
Com o desmatamento das florestas, motivado principalmente pela pecuária a partir de1970, grandes estruturas geométricas, chamadas de geoglifos, começaram a ser vistas entre os rios Acre e Iquir. Nos últimos anos, com ajuda de imagens de satélites e de programas gratuitos como "Google Earth", a quantidade de estruturas vistas começou a se multiplicar de tal forma que o assunto passou a ser tema de pesquisa de diversos cientistas.

De fato, quando observadas do alto, de um avião ou satélite, as formas geométricas localizadas na fazenda Colorado e no sítio do seu Jacó, próximos à Boca do Acre (AM), não parecem feitas por seres humanos. Escavadas no solo, aparentemente em baixo relevo, elas formam quadrados, círculos e quadrados com círculos internos. Quando vistas do chão, se parecem com trincheiras.
Seu Jacó Sá, de 84 anos, proprietário de um dos sítios da região, estava certo de que as trincheiras, algumas com mais de 2 metros de profundidade, se tratavam de valas escavadas durante a Revolução Acreana, o movimento armado contra a Bolívia, que em 1903 anexou o Acre ao Brasil. Mas de acordo Marcos Vinicius Neves, arqueólogo do Departamento de Patrimônio Histórico e Cultural, as formas geométricas foram feitas por índios que viveram na região entre 800 e 2.500 anos atrás.

Com o objetivo de estudar mais profundamente as misteriosas marcas, Vinicius e seu colega Alceu Ranzi, paleontólogo da Universidade Federal do Acre, Ufac, foram pessoalmente ao sítio arqueológico, e com ajuda de equipamentos GPS, mediram as coordenadas geográficas de seis geoglifos. Os pesquisadores também coletaram restos de cerâmica encontrados próximos da fazenda Colorado.
As medições mostraram que as estruturas medem entre 113 a 200 metros de diâmetro, e têm entre 30 centímetros a 4,5 metros de profundidade, incluindo-se os muros externos construídos a partir da terra retirada das valetas. Esses geoglifos foram encontrados em três locais diferentes, todos restritos ao Estado do Acre.

As primeiras descobertas dessas marcas ocorreram em 1977, durante a realização do Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas na Bacia Amazônica, Pro-Napaba, e só foi possível porque a área havia sido desmatada.

Datações feitas pela Universidade Federal Fluminense, em vestígios de cerâmicas encontradas na Fazenda Vaca Branca, no município de Xapuri (AC), revelou que entre 800 e 2.500 anos atrás viveu ali uma tribo indígena. Por trás dessa descoberta há muitas hipóteses, e uma delas é que esses índios tenham chegado ao Acre vindos da região boliviana de Llanos de Mojos.

Para chegar a esta conclusão, Ondemar Dias, pesquisador da mesma universidade, comparou as cerâmicas encontradas ali com peças feitas pelos nativos da região de Llanos de Mojos e encontrou muitas semelhanças entre elas. No entanto, as informações disponíveis até agora não são suficientes para determinar a função dos geoglifos. Uma das hipóteses é que podem ter sido construídos para defender os nativos das tribos rivais ou para guardar todo o húmus usado na agricultura. Outra hipótese é que eram representações míticas, pelas quais os índios acreditavam poder se comunicar com os deuses. 

Muito Trabalho

Utilidades à parte, os geoglifos impressionam pela perfeição das formas e a quantidade de pessoas que foram necessárias para desmatar a floresta e escavar a terra. "Hoje em dia um trator levaria um tempo considerável para fazer esse trabalho. Imagine naquela época, que sequer havia instrumentos de metal", diz Alceu Ranzi. A opinião é corroborada por Marcos Vinicius: "Talvez essas obras tenham levado muitos anos para ficarem prontas". 

Eram os Deuses Astronautas?

No entanto, mesmo sem terem respostas definitivas para o enigma do geoglifos acreanos, nenhum dos pesquisadores arrisca conclusões fantásticas e se recusam, por exemplo, a falar de extraterrestres como fez o cientista alemão Erich Von Daniken em seu livro "A resposta dos Deuses". Na obra, Daniken afirma que as "Linhas de Nazca", importante legado das antigas culturas pré-incas peruanas, se tratavam na realidade de sinais e pistas de aterrissagem para naves extraterrestres. 

Mais Divulgação

O assunto tem atraído a atenção de muitos cientistas de várias partes do mundo, que agendam visitas para estudar e debater o assunto. Por outro lado, Marcos e Ranzi acreditam na possibilidade dos sítios arqueológicos se tornarem uma atração turística, a exemplo do que aconteceu com as Linhas de Nazca. Segundo eles, a divulgação desses achados seria fundamental para que isso acontecesse.
Mas, por enquanto, os pesquisadores torcem para que os geoglifos continuem chamando a atenção de mais cientistas, pois só com muita pesquisa e tecnologia será possível saber exatamente por quem e para quê eles foram construídos

(APOLO11)

Lua surgiu do choque da Terra com outro planeta

Novas análises químicas feitas nas rochas lunares coletadas por astronautas de quatro missões Apollo, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), trazem indícios de que a Lua foi formada a partir de uma grande colisão entre dois planetas. A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira (17) em artigo científico no site da revista Nature.

Pesquisadores da Universidade de Washington, em St. Louis, e da Universidade de San Diego, na Califórnia, compararam átomos de zinco encontrados em pedras vulcânicas lunares com os de exemplares da Terra e de Marte.

As amostras da Lua tinham um excesso mínimo de uma variante mais pesada do elemento químico – que surgiu a partir de um processo de vaporização, e não de atividade vulcânica ocorrida no satélite, como se imaginava.

Segundo o estudo, uma colisão catastrófica fez com que os átomos de zinco mais pesados se condensassem em uma nuvem de vapor mais rapidamente do que os isótopos leves, formando a Lua. Além disso, o grande choque gerou muita energia, suficiente para derreter o corpo celeste causador do impacto, e fez com que boa parte dos átomos leves do zinco ficassem na Terra, que ainda encontrava-se em um estado primitivo.

“Como é que você remove todos os voláteis [átomos] de um planeta, ou neste caso, de um corpo planetário?”, questiona James Days, um dos três autores do artigo. “Você precisa de uma fusão massiva da Lua para fornecer o calor necessário para evaporar o zinco.”

De acordo com os autores, entender como os corpos se formaram pode revelar o porquê de a Terra ter condições favoráveis à vida e, ainda, levar os cientistas a procurar melhor essas evidências em outros planetas.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Planeta com quatro sóis é descoberto por astrônomos nos EUA

Astrônomos da Universidade Yale, nos EUA, e cientistas amadores do projeto Planet Hunters (Caçadores de Planetas) identificaram o primeiro sistema planetário com quatro sóis, a cerca de 5 mil anos-luz da Terra.

O planeta PH1, um provável gigante gasoso pouco maior que Netuno e seis vezes maior que a Terra, orbita duas estrelas que, por sua vez, são orbitadas por outro par de astros distantes. O fenômeno é chamado de "planeta circumbinário em um sistema de quatro estrelas".

A descoberta foi feita em uma revisão de dados do telescópio Kepler, da agência espacial americana (Nasa). Até hoje, apenas seis planetas são conhecidos por orbitar dois sóis, mas nenhum deles são circundados por um sistema binário distante, como nesse caso. Lançado em março de 2009, o Kepler tem como objetivo pesquisar exoplanetas – planetas fora do Sistema Solar – semelhantes à Terra que giram em volta de estrelas.

A concepção artística acima mostra em primeiro plano o planeta PH1, descoberto pelos voluntários Kian Jek e Robert Gagliano, do Planet Hunters – criado em 2010 para estimular cientistas amadores a identificarem exoplanetas.

Em seguida, astrônomos profissionais dos EUA e da Grã-Bretanha fizeram observações e medições com os telescópios Keck, localizados no monte Mauna Kea, no Havaí.

O PH1 dá uma volta completa ao redor das duas estrelas a cada 137 dias. A Terra, por exemplo, conclui um giro em torno do Sol a cada 365 dias – ou um ano. Um dos astros tem massa 1,5 vez a do Sol e o outro, 0,41.

Já as outras duas estrelas mais afastadas ficam, em relação ao PH1, a uma distância de cerca de 900 vezes o espaço entre a Terra e o Sol.

Os resultados do trabalho foram apresentados nesta segunda-feira (15) na reunião anual da Divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana, na cidade de Reno, Nevada, no oeste dos EUA. Os pesquisadores também enviaram o estudo para avaliação da revista especializada "Astrophysical Journal".

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

domingo, 30 de setembro de 2012

Os sintomas da depressão

Falta de energia, perda de ânimo e batimentos irregulares são comumente relatados  


RIO — Pela classificação internacional de doenças, a depressão pode ser de três graus: leve, moderado ou grave. O humor da pessoa com depressão pode variar de dia para a dia, ou segundo as circunstâncias, e pode ser acompanhado de diversos outros sintomas, como redução da energia e perda de interesse no que está a seu redor. O número e a gravidade dos sintomas ajudam a determinar de que grau ela é.

Na forma leve da doença, em geral há a presença de dois ou três dos sintomas, e a pessoa continua capaz de desempenhar suas atividades. Na moderada, são quatro ou mais sintomas e o paciente parece ter muita dificuldade para manter sua rotina. E, na grave, os muitos sintomas são angustiantes, e a ideia de suicídio é comum. Em alguns casos, o doente tem sintomas psicóticos, como alucinações. Quando é este o quadro, deve-se buscar ajuda imediatamente, porque a pessoa corre o risco de morrer por suicídio, desidratação ou desnutrição.

As principais características da depressão são:
— Rebaixamento do humor
— Redução da energia
— Diminuição da atividade
— Alteração da capacidade de experimentar o prazer
— Perda de interesse
— Diminuição da capacidade de concentração
— Fadiga, mesmo após um esforço mínimo
— Problemas de sono e/ou despertar matinal precoce, várias horas antes do habitual
— Falta de apetite
— Diminuição da autoestima e da autoconfiança, muitas vezes associada a ideias de culpabilidade e/ou indignidade
— Lentidão psicomotora importante
— Agitação
— Perda da libido
— Alucinações e outros sintomas psicóticos (nos casos mais graves)
 
A literatura médica relaciona ainda sintomas físicos como desconforto no batimento cardíaco, boca ressecada, constipação, dores de cabeça e dificuldades digestivas. Podem aparecer ainda dificuldade para chorar ou vontade de chorar sem motivo aparente, hesitação para tomar decisões, pena de si mesmo, persistência de pensamentos negativos e queixas frequentes.
 
Há muitas outras manifestações de depressão classificadas. Uma delas é a distimia, em que o rebaixamento do humor é crônico, e pode até persistir por anos, mas os episódios são curtos.
 
Caso desconfie estar sofrendo de depressão, ou de que algum familiar ou amigo se enquadra nos sintomas descritos, o melhor é procurar um médico imediatamente.
 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Cientistas descobrem o Humanossauro; uma espécie humana gigante que conviveu com os dinossauros

Cientistas americanos descobriram que há 65 milhões de anos uma espécie humana conviveu com os dinossauros. O “Humanossauro” tinha as características de um ser humano, com um diferencial: possuía a altura de um prédio de 10 andares. Era um gigante. 

As primeiras evidências da existência do Humanossauro aconteceram com a descoberta de pegadas gigantes, encontradas no continente americano. O arqueólogo Richard, disse que os cientistas cogitaram, inicialmente, que se tratava do “Pé grande”, mas logo descobriram que é uma espécie humana que conviveu na mesma época dos dinossauros, recebendo assim o nome de Humanossauro.

Com a descoberta do Humanossauro, a teoria da evolução humana sofrerá algumas alterações. Primeiro veio o Humanossauro, que evoluiu para o macaco e o macaco para o ser-humano.